Do laboratório à escola: LEVIN leva ciência e extensão ao Colégio Motiva

Coordenador do Levin Prof Sérgio Lopes e demais integrantes da equipe
O LEVIN (Laboratório de Ecologia Vegetal Integrativa) marcou presença na manhã de hoje, no Colégio Motiva, promovendo uma experiência educativa que vai além do ensino tradicional, conectando os estudantes do ensino médio ao universo da pesquisa científica e da extensão universitária da UEPB. Por meio de atividades práticas, demonstrações e discussões interativas, os jovens puderam conhecer de perto projetos de pesquisa em andamento, metodologias científicas e aplicações da ciência no cotidiano, percebendo a relevância do conhecimento acadêmico para a solução de problemas reais.
Além de transmitir conteúdos, a ação estimulou a curiosidade, o pensamento crítico e a reflexão sobre questões sociais e ambientais, mostrando como a ciência pode ser um instrumento de transformação para a comunidade. Os estudantes tiveram a oportunidade de interagir diretamente com os pesquisadores, tirar dúvidas, participar de experimentos e compreender a importância do trabalho coletivo e do engajamento com causas socioambientais.
A iniciativa também reforçou o papel da extensão universitária como um elo entre universidade e sociedade, possibilitando que o conhecimento produzido na UEPB seja compartilhado de maneira acessível e significativa. Ao vivenciar essas experiências, os jovens foram inspirados a considerar futuras trajetórias acadêmicas e profissionais nas áreas de ciências biológicas, tecnologia e sustentabilidade, percebendo que podem atuar de forma ativa na construção de soluções inovadoras para desafios locais e globais.

Alunos do Colégio Motiva atentos à apresentação do Levin
A experiência também serviu para estimular habilidades essenciais, como trabalho em equipe, pensamento crítico, resolução de problemas e criatividade, mostrando que a ciência é uma ferramenta viva e dinâmica, capaz de gerar soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Além disso, a interação direta com os pesquisadores permitiu aos estudantes perceberem os diversos caminhos acadêmicos e profissionais que podem seguir, despertando interesse por carreiras nas áreas de biologia, ecologia, biotecnologia, sustentabilidade e educação científica.
Outro aspecto importante da ação foi a valorização do diálogo entre universidade e comunidade escolar, fortalecendo laços que incentivam a participação ativa dos jovens em projetos e iniciativas que impactam positivamente o meio ambiente e a sociedade. Por fim, a iniciativa evidencia que a educação científica não se limita à teoria; ela se torna transformadora quando aliada à prática, à extensão e ao engajamento social, formando jovens conscientes, críticos e preparados para enfrentar os desafios contemporâneos, ao mesmo tempo em que contribui para a construção de uma cultura de sustentabilidade, responsabilidade e cidadania.
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Adriana Alves Rodrigues
Foto: Arquivo Levin
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